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Revista Comunicação, Cultura e Política

ISSN 1518-8728 (Impresso)

ISSN 2175-7402 (On-line)

PUC-Rio
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Alceu 10

Chico Rei: quem é rei, sempre será; Chico por ser brasileiro e negro, depende do olhar histórico
Por: Angeluccia Bernardes Habert


Resumo
Este artigo discute a atualidade do filme Chico Rei, de Walter Lima Jr., produzido num período crítico de mudanças (entre 1979 e 1986), e que se vale de uma alegoria histórica para representar politicamente o negro brasileiro. Procura-se mostrar que as escolhas teóricas e estéticas do diretor prolongam o mito, como lugar de desejos e de presenças aludidas e evidentes; estratificam a noção abstrata de povo brasileiro; e observam a luta pela liberdade como uma permanente resistência ativa ao colonialismo externo e interno.

Palavras-chave
Alegoria histórica, Cinema Novo, representação do negro, resistência ativa, diversidade cultural.

Abstract
In Chico Rei, a film directed by Walter Lima Jr., and produced during a period of critical changes (1979-1986), a historical allegory is used to present a political portrait of the Brazilian blacks. We will discuss here how important is the film, as the director theoretical and aesthetic choices renew the myth as projection and identification of desires and realities, analyze the abstract notion of Brazilian people, and depict the fight for freedom as a permanent active resistance.

Key-words
Historical allegory, Brazilian film, afro-descendents, active resistance, cultural diversity.


Chico Rei: quem é rei, sempre será; Chico por ser brasileiro e negro, depende do olhar histórico




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