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Revista Comunicação, Cultura e Política

ISSN 1518-8728 (Impresso)

ISSN 2175-7402 (On-line)

PUC-Rio
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Alceu 10

Justiça aos olhos de quem? Linguagens dos filmes de cárcere
Por: Felipe Muanis


Resumo
O ensaio pretende fazer uma análise comparativa de três longa-metragens brasileiros recentes que têm em comum o mesmo tema: a justiça e o sistema carcerário. Os filmes Justiça, de Maria Augusta Ramos, O prisioneiro da grade de ferro, de Paulo Sacramento, e Carandiru, de Hector Babenco, embora abordem o mesmo objeto, usam linguagens cinematográficas diferentes. Pensar as linguagens específicas de cada filme, e como o público as interpreta, é o eixo central deste trabalho que tem ainda no cinema de Eduardo Coutinho e de Dziga Vertov exemplos a serem considerados, bem como fundamentos teóricos em Edgar Morin, Susan Sontag e Robert Stam, entre outros autores.

Palavras-chave
Verdade, ficção, percepção, linguagem, documentário.

Abstract
The text “Justiça aos olhos de quem? Linguagens dos filmes de cárcere” intend to make a comparative analysis of three recent Brazilians films who have the same subject in common: the justice and the jail system. The films” Justiça”, of Maria Augusta Ramos, “O prisioneiro da grade de ferro”, of Paulo Sacramento, and “Carandiru”, of Hector Babenco, even so approaches the same object, uses different cinematographic languages. To think the specific languages of each film, and as the public interprets them, is the central axle of this work that has still in the cinema of Eduardo Coutinho and Dziga Vertov, examples to be considered, as well as theoretical beddings in Edgar Morin, Susan Sontag and Robert Stam, among others authors.

Key-words
Truth, fiction, perception, language, documentary.


Justiça aos olhos de quem? Linguagens dos filmes de cárcere




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