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Revista Comunicação, Cultura e Política

ISSN 1518-8728 (Impresso)

ISSN 2175-7402 (On-line)

PUC-Rio
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Pequeno diálogo com Greemberg sobre a extensão dos limites semânticos (críticos) do conceito de arte
Por: Alberto Cipiniuk


Resumo
Este pequeno ensaio discute um aspecto de uma antiga prática da arte no Ocidente (a composição naturalista ou figurativa) confrontada à sua representação simbólica, isto é, a forma como ela é entendida ou explicada por críticos de arte, enquanto artefato literário. Procuramos identificar como a representação intuitiva do mundo real age e se constitui como uma espécie de convenção ou habitus. Tentaremos definir de forma mais precisa como no curso da história da arte legitimou-se a autoridade da imagem naturalista pela representação perspéctica do modelo natural e confirmar que o olhar do observador diante da similitude não é de admiração ou assombro, mas uma postura racionalista e científica, uma forma cultural. Procuramos demonstrar também como duas convenções culturais se confrontaram, opondo obra e referendo como práticas legítimas do campo da arte e que a disputa sobre qual representação é mais verdadeira é um pseudoproblema quando se trata de estabelecer a autoridade entre o trabalho do artista e a crítica. As duas convenções, uma caracterizando o objeto de arte enquanto resposta aos critérios específicos e tradicionais da arte e a outra procurando desmontar estes critérios, alargando mais e mais o campo da arte, balizaram uma investigação do gênero pictórico como um fenômeno particular da representação em geral e especialmente no que se refere à percepção da natureza na Idade Moderna.

Palavras-chave
Representação; Arte figurativa; História da arte.

Resumé
Ce petit essai discute un aspect de l’ancienne pratique de l’art en Occident (la composition naturaliste ou figurative) confrontée à sa représentation symbolique. En d’autres mots, la forme entendue ou expliquée par l’art en tant qu’artéfact littéraire. Nous cherchons à identifier comment représentation intuitive du monde réel agit et se constitue comme une sorte de convention ou habitus. Nous essayerons de définir de façon plus précise comment dans le cours de l’histoire de l’art l’autorité de l’image naturaliste par la représentation perspectique du modèle naturel s’est légitimée. Nous voudrions également confirmer que le regard de l’observateur face à la similitude n’est pas celui de l’admiration ni celui de l’épouvante, mais plutôt une posture rationnelle et scientifique, une forme culturelle. D’autre part, nous cherchons à démontrer comment deux conventions culturelles se confrontent, opposant l’œuvre et l’approuvant comme pratique légitime dans le champ de l’art. Le débat portant sur quelles représentations seraient les plus vraies, serait un pseudo problème quand il s’agit d’établir quelle serait la prééminence entre l’artiste et la critique. Ces deux conventions, l’une caractérisant l’objet de l’art en tant que réponse aux critères spécifiques et traditionnels de l’art ; et l’autre cherchant à démontrer ces critères en élargissant le champ de l’art et circonscrivant une investigation du genre pictographique comme phénomène particulier de la représentation en général et plus spécialement en ce qui se réfère à la perception de la nature dans l’Age Moderne.

Mots-clés
Représentation; l’Art figurative; Histoire de l’art.


Pequeno diálogo com Greemberg sobre a extensão dos limites semânticos (críticos) do conceito de arte




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