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Revista Comunicação, Cultura e Política

ISSN 1518-8728 (Impresso)

ISSN 2175-7402 (On-line)

PUC-Rio
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Alceu 3

Algumas questões sobre a arte
Por: Maria Elizabeth Chaves de Mello


Resumo
A experiência estética adquire o seu caráter ambivalente desde Platão, já que,  embora na República ela seja menosprezada, no Phedro, o desejo do belo é dignificado e justificado enquanto mediação entre o humano e o divino. Na verdade, Platão considera essa ambigüidade como a gradação existente no caminho da evolução dos dois aspectos do belo – a experiência sensível e o conhecimento supra-sensível. Esse caráter dual e ambivalente da arte será retomado por Rousseau e Diderot, no século XVIII, e Baudelaire, no XIX, com questionamentos bastante instigantes, embora aparentemente contraditórios, sobre a questão estética, tanto no pólo do fazer artístico, quanto no do receptor.

Palavras-chave
Estética, ambigüidade, arte, natureza


Résumé
L’expérience esthétique acquiert son caractère ambivalent déjà chez Platon, car, bien qu’elle soit méprisée dans La République, le désir du Beau est dignifié et justifié en tant que médiation entre l’humain et le divin, dans le Phèdre. En effet, Platon considère cette ambigüité comme le degré existant dans le parcours de l’évolution des deux aspects du Beau – l’expérience sensible et la connaissance suprasensible. Ce caractère double et  ambivalent de l’art sera repris par Rousseau et Diderot, au XVIIIème siècle, et par Baudelaire, au XIXème, avec des questionnements assez intéressants, bien qu’apparament contradictoires, sur la question esthétique, aussi bein du côté du pôle artistique, que de celui du récepteur.

Mots-clés
Esthétique, ambigüité, art, nature



Algumas questões sobre a arte




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