Diálogos transdisciplinares sobre o corpo a partir da obra de Lygia Clark

Autores

DOI:

https://doi.org/10.46391/ALCEU.v17.ed33.2016.159

Palavras-chave:

Corpo, Nostalgia do corpo, Terapia do corpo, Arte, Cultura

Resumo

Este texto trata dos trabalhos de Lygia Clark que se referem à “Nostalgia do corpo”. Essas obras incluem o corpo do participante, que antes era um mero espectador, e é no contato com o corpo que a obra vai se realizar. Esse espectador que contempla a obra de arte e faz parte da audiência do sistema de arte também sofreu inúmeras transformações culturais, éticas e políticas no mesmo período que ela produz suas obras. As mudanças com relação ao próprio corpo (através da cultura e da ciência) e as relações do sistema de arte com o corpo (do artista e/ou do espectador) são contemporâneas às transformações dos grandes sistemas de produção de conhecimento. Interessa-nos, neste estudo, abordar algumas dessas mudanças e relacionar essas transformações do estatuto do corpo com a obra de Lygia Clark.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Francisco Romão Ferreira, UERJ

Graduado em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com mestrado em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, doutorado em Ciências pela Escola Nacional de Saúde Pública e pós-doutorado voltado para o ensino de biociêcias na saúde pelo Instituto Oswaldo Cruz / FIOCRUZ. Na Universidade do Estado do Rio de Janeiro é Professor Adjunto do Instituto de Nutrição, Bolsista no Programa Prociência e professor do quadro permanente do Programa de Pós Graduação em Alimentação, Nutrição e Saúde e do Programa de Pós Graduação em Comunicação.

Larissa Escarce Bento Wollz, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

Mestre em Psicanálise e Doutora em Ciências da Saúde. Professora Adjunta da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ - Campus Macaé, Professora Colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Ciência, Arte e Cultura na Saúde do Instituto Oswaldo Cruz - FIOCRUZ.

Publicado

2016-12-10

Edição

Seção

Artigos