http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/issue/feed ALCEU 2022-12-01T05:01:39+00:00 Profs. Vera Lúcia Follain de Figueiredo e Alexandre Carauta alceu@puc-rio.br Open Journal Systems <p><strong>ALCEU</strong> is the biannual journal of communication, culture and politics of the Graduate Program of the Department of Social Communication at Pontifical Catholic University of Rio de Janeiro.</p> <p>Its name honors Alceu Amoroso Lima, the thinker, writer and journalist who, in 1940, acted with other important personalities of Brazilian culture to establish PUC-Rio.</p> <p>Its first issue, jul-dez/2000, circulated exclusively in print. As of 2004, it also gained its online version. Since 2019 it is published exclusively on digital platform.</p> <p>It is classified as <strong>B1</strong> score in the Qualis Capes evaluation system in Communication and Information area (2013-2016).</p> <p>We invite the author interested in publishing an article in <strong>ALCEU</strong> to register an account. After making a login and password, it will be possible to submit the work for analysis with a view to publication, as well as to monitor the ongoing editorial process. </p> <p><a href="http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/login"><strong>Sign in</strong></a> to an existing account or <a href="http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/user/register"><strong>register</strong></a> a new account.</p> <p> </p> <p><strong>Indexers and Portals<br /></strong><a href="https://diadorim.ibict.br/handle/1/372" target="_blank" rel="noopener">Diadorim</a> - Diretório de Políticas de Acesso Aberto das Revistas Científicas Brasileiras (<a href="https://diadorim.ibict.br/handle/1/372/statistics" target="_blank" rel="noopener">Estatísticas gerais</a>)<br /><a href="https://scholar.google.com/citations?user=rNrQ798AAAAJ&amp;hl=en&amp;authuser=1" target="_blank" rel="noopener">Google Scholar</a><br /><a href="https://www.latindex.org/latindex/inicio" target="_blank" rel="noopener">Latindex</a> - Sistema Regional de Información en Línea para Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal<br /><a href="https://portal.issn.org/resource/ISSN/2175-7402" target="_blank" rel="noopener">ROAD: Directory of Open Acess Scholarly Resources (ISSN)</a></p> <p><a href="http://www-periodicos-capes-gov-br.ez370.periodicos.capes.gov.br" target="_blank" rel="noopener">Portal de Periódicos da Capes</a> </p> http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/337 A A crise do protagonismo informacional do jornalismo profissional e os novos desafios da democracia no século 21 2022-12-01T05:01:39+00:00 Luciana Roxo luciana_roxo@hotmail.com <p>A partir do século 19, o jornalismo informativo se estabelece na sociedade moderna com um agente democrático fundamental como provedor das pautas do debate público, fiscalizador das instituições – quarto poder – e defensor dos cidadãos. Nesta simbiose entre a prática jornalística e a democracia, o jornalismo se profissionalizou, estabeleceu um pacto de credibilidade com a sociedade e passou a ser percebido como um sistema perito ao adquirir a centralidade na produção e na distribuição das informações fundamentadas em um método de trabalho especializado baseado em técnica e ética que passa a diferenciar a profissão de todas as outras formas de comunicação. O protagonismo e a hegemonia da imprensa e, posteriormente, dos meios de comunicação de massa como impulsionadores do fórum público das nações democráticas se mantiveram indissolúveis ao longo de todo o século 20. Com a evolução da internet e das tecnologias digitais, especialmente no século 21, o papel do jornalismo profissional como protagonista da produção e distribuição das notícias entra em crise; a autoridade e a credibilidade da imprensa passa a ser questionada no momento em que perde a exclusividade na produção e na veiculação das informações em grande escala. Neste sentido, o objetivo deste artigo é promover uma reflexão sobre os efeitos deste novo ecossistema comunicacional que surge no século 21 sobre o debate público e a construção de sentido político social das sociedades democráticas.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/324 O gigante acordou? 2022-11-30T23:19:55+00:00 Maiara Garcia Orlandini maiaraorlandini@hotmail.com <p>A América Latina experimentou um período de governos progressistas descrito como “onda rosa” (Beasley-Murray et al., 2010; Pérez-Liñan, 2018), na qual inúmeras presidências eram exercidas por governos de esquerda e/ou centro-esquerda. Entretanto, apesar dos avanços democráticos, atualmente os países latino-americanos enfrentam elevados níveis de intolerância e polarização. A intensificação desse processo vem sendo discutido por diversos autores (Bermeo, 2016; Toth, 2017; Levitsky e Ziblat, 2018) e colocam as mobilizações políticas multitudinárias como características de rupturas democráticas (Pérez-Liñan, 2018). Ao passo que as manifestações políticas são sinais de vitalidade dos movimentos sociais e da esfera pública, o que representa ganhos democráticos, as mesmas manifestações fomentam a polifonia e dão voz à grupos conservadores e intolerantes, o que motiva perdas democráticas. O presente ensaio busca tensionar essa ambivalência ao olhar para os protestos do Brasil, em junho de 2013,&nbsp; e Chile, em outubro de 2019.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/336 Memória e combate à desinformação nos Stories do JN: 2022-11-30T14:35:12+00:00 Fabiana Piccinin fabianaquatrinpiccinin@gmail.com Cláudia Thomé cthomereis@gmail.com Marco Aurélio Reis mreis1968@gmail.com <p>Os processos de convergência e digitalização contemporâneos impactam as formas de produção e distribuição dos conteúdos do telejornal. Ao distribuir os conteúdos, em broadcasting, narrowcasting e netcasting, o telejornal usa redes sociais e&nbsp; plataformas de streaming, para explorar a interatividade. Busca, assim, estreitar a vinculação com as audiências e construir confiança e intimidade, mediante o investimento em relatos humanizados e narrativas marcadas pela informalidade própria da linguagem das redes, pondo acento na transformação dos bastidores em conteúdo. Esse esforço pela aproximação junto à audiência é analisado nos <em>stories</em> da rede social Instagram do Jornal Nacional, nos destaques (#DesafioJN, Bastidores, TBT, Dicionário TV). O JN aposta no desvelamento do processo produtivo, evidenciando que a edição das notícias é uma construção que pode ser feita, inclusive para a produção de notícias falsas contra o ativismo negacionista e antidemocrático . O trabalho analisa os Destaques valendo-se do Estudo de Caso (YIN, 2001).</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/335 Possibilidades de uso do YouTube como ferramenta política e cultural 2022-11-30T12:34:18+00:00 Pablo Nabarrete Bastos pablobastos@id.uff.br Letycia Gomes Nascimento letyciagn@id.uff.br <p>Este artigo reflete sobre a formação político educativa nos canais no <em>Youtube</em> <em>Tese Onze</em> e <em>Tempero Drag </em>a fim de perceber os caminhos reflexivos percorridos por ambos os agentes de comunicação. O entrelaçamento teórico entre Paulo Freire e Antonio Gramsci quanto à educação, e o modelo de ensino sociocultural são base fundamental para esta produção. Utilizamos então a Análise de Conteúdo (Lycarião e Sampaio, 2021) sobre o recorte antirracista e ecossocialista na produção dos últimos cinco anos de ambos os canais afim de constatar que sua comunicação aponta para a uma formação educativa libertária possível, ainda que encontrem limitações junto as políticas de plataformização e dataficação das redes. Não obstante contribuem para a construção de uma hegemonia popular (AUTOR A) através do ensino via reflexão crítica e propagação da intelectualidade.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/334 O dito e o não dito no Twitter 2022-11-30T04:48:43+00:00 Mateus Queiroz Saraiva mateusqueirozsaraiva@gmail.com Rachel Bertol rachelbertol@id.uff.br <p>A disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro em 2020 ocorreu em eleições marcadas por circunstâncias atípicas, como a pandemia de Covid-19 e a ascensão da extrema direita no pleito anterior. O cenário político carioca também estava marcado por sucessivas prisões de ex-governadores. Nos últimos anos, a política se adaptou às plataformas de redes sociais, em especial o Twitter, que, atualmente, configuram o ambiente principal da comunicação, abrangendo as informações buscadas pela sociedade e os recursos de interação e integração social (GOMES, 2021). Com isso, os atores políticos ganharam novas obrigações, estratégias e riscos em suas interações com a sociedade. Dessa forma, monitoramos os perfis oficiais de Eduardo Paes e Marcelo Crivella no Twitter durante a eleição para a prefeitura do Rio de Janeiro em 2020. A pesquisa revela as estratégias adotadas pelos candidatos. Os resultados mostram que o perfil de Paes foi muito mais ativo e dialógico no Twitter.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/333 Expressões político-digitais de coletivos feministas no Instagram 2022-11-28T15:01:20+00:00 Rayza Sarmento rayzasarmento@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">Esta pesquisa se volta à comunicação digital de grupos feministas brasileiros autodenominados de “coletivos/as". Analisamos posts de 54 páginas desses grupos no Instagram. Mobilizamos ainda entrevistas feitas com 30 jovens feministas de coletivos estudantis, a fim de compreender suas relações com consumo e produção de conteúdo feminista digital. Nossos resultados apontam para a diversidade de temas nas páginas dos coletivos, ganhando relevância a preocupação de ancorar as postagens junto de indicação de leituras feministas, acadêmicas ou não. Pautas como violência, aborto e debates sobre expressões corporais e suas resistências também se mostram proeminentes. As entrevistas e a análise do conteúdo digital revelam como a construção do ativismo e do entendimento sobre os feminismos, especialmente por mulheres jovens, são atravessados pelo conhecimento e informações partilhados online.</span></p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/329 Em busca das fontes de ancoragem discursiva: 2022-11-25T03:26:55+00:00 Telma Johnson telma.johnson@ufjf.br Paulo Roberto Leal pabeto.figueira@uol.com.br <p>O artigo efetua análise dos hiperlinks publicados na plataforma Telegram pelo grupo <em>Estamos Juntos</em> – coletivo brasileiro criado em 2020 para combater os discursos anticiência e antidemocracia mobilizados pela extrema-direita em manifestações de rua e nas redes sociais. Com base em métodos de observação, coleta, organização e interpretação de dados digitais, em perspectiva quali-quantitativa, a pesquisa analisou 1.069 hiperlinks entre 8 de junho e 6 de setembro de 2020, para identificar rastros digitais e trilhas associativas que indicassem a quais fontes os membros do Estamos Juntos recorriam para orientar seus debates. Constatou-se que as narrativas produzidas pelos grupos tradicionais da mídia brasileira ancoraram majoritariamente as informações que circularam pelo grupo, dedicando-se pouco espaço a fontes alternativas.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/326 A vez do público? 2022-11-23T18:04:10+00:00 Luiz Leo lleo@puc-rio.br <p>São examinados, em perspectiva comparada, “<em>affordances</em>” digitais mais característicos da realidade latino-americana, em paralelo às mobilizações que ganharam relevo nas mesmas realidades nacionais, em meio as discussões sobre política no ambiente digital, por parte do público.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/325 Retórica política bolsonarista e o uso de humor ofensivo como estratégia de defesa 2022-11-21T21:09:38+00:00 Nara Lya Cabral Scabin naralyacabral@yahoo.com.br Ivan Paganotti ivan.paganotti@metodista.br <p>Este trabalho analisa de que forma o discurso bolsonarista adota (de forma intencional ou como um mecanismo de defesa posterior) recursos humorísticos para aumentar sua capacidade de viralização ou para minimizar seus efeitos adversos, quando contestado com resistência. A partir de levantamento sobre a repercussão de falas de lideranças políticas próximas ao governo Bolsonaro em dois jornais brasileiros (<em>Folha de S. Paulo </em>e<em> O Estado de S. Paulo</em>), é possível identificar quais são os insultos e outros conteúdos incômodos que embasam essa retórica ofensiva – atacando minorias, adversários, instituições e o próprio funcionamento do Estado Democrático de Direito – e defensiva – negando a interpretação literal de seu potencial problemático como simples humor – em uma tática ambígua que atrai a atenção coletiva e permite recuos para evitar resistências.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/320 Diáspora, ancestralidade e o legado de Lima Barreto 2022-11-15T21:03:04+00:00 MARIALVA BARBOSA marialva153@gmail.com <p>O artigo procura demonstrar como Lima Barreto destacou em sua obra a questão dos preconceitos a que esteve submetido enquanto viveu, em função de sua condição de raça e classe. Por meio de vestígios da imprensa da época (1910–1922), mostra também como os jornais submeteram o escritor, no período, a uma cruel política de esquecimento e, sobretudo, de desqualificação. Ademais, busca, seguindo a trajetória de vida de Lima Barreto, responder à pergunta: o que era ser um intelectual negro, morador do subúrbio, sem carregar nenhum dos itens da distinção necessária aos letrados do período, há menos de duas décadas do fim da escravidão? O artigo presta ainda uma homenagem ao escritor, pois em 2022 ocorre o centenário de sua morte.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/319 Mulheres negras no YouTube 2022-11-13T02:26:53+00:00 Felipe de Oliveira Mateus felipe.omateus@hotmail.com <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Calibri, serif;"><span style="font-size: medium;">Este artigo traz resultados obtidos pela pesquisa de doutorado defendida pelo autor e se dedica a analisar a atuação de youtubers negras e seu potencial para garantir o Direito à Comunicação por meio das mídias digitais. O estudo tem como marcos teóricos a legislação brasileira sobre comunicação e radiodifusão, as perspectivas de midiatização e autocomunicação de massas, potencializadas pelas novas mídias, e os estudos sobre o feminismo negro. Foram analisados os vídeos e comentários de quatro canais brasileiros do Youtube com base em análise exploratória e netnografia. Observou-se aspectos como a importância da abordagem de temas como a beleza e a estética para a conquista de visibilidade midiática, o potencial da plataforma em garantir um espaço de diálogo aos usuários e deficiências no conhecimento sobre o racismo no Brasil. Tais aspectos são interpretados como garantidores do Direito à Comunicação e abrem caminhos para outros grupos sociais da América Latina exercerem sua cidadania por meio das novas mídias. </span></span></p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/318 Uma lata de balas de menta 2022-11-11T18:18:44+00:00 João Anzanello Carrascoza jcarrascoza@espm.br <p>Se em seus primórdios as embalagens surgiram para guardar e proteger os produtos, com o tempo se tornaram o espaço inaugural do discurso publicitário, pois passaram a conter não apenas informações legais, mas também recursos suasórios da retórica do consumo. O objetivo deste artigo é investigar a embalagem de produtos alimentícios como <em>medium</em>, a partir da obra de ficção <em>Carta a uma fábrica de balas de menta</em>, de escritora Lydia Davis (2017), que nos permite abordar o entrelaçamento dos três elementos do processo da fabricação de um bem (produtor, mercadoria e consumidor). Para isso, mobilizaremos pressupostos teóricos da criação publicitária e estudos sobre sociedade de consumo.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/313 Decolonização do design: 2022-11-01T15:19:21+00:00 Karla Schwartz kgsrio@yahoo.com.br <p>A teoria da decolonização empresta vasto arsenal reflexivo ao Campo do <em>Design.</em> Ela desvela concepções colonialistas e eurocêntricas que moldaram, e ainda influenciam no presente, a produção social, criativa, em países de passado colonialista. Os artefatos de <em>design</em> não são neutros, eles espelham visões de mundo. A teoria da decolonização, aplicada ao <em>design, </em>elucida, ainda, quanto ao necessário respeito à alteridade humana e à urgência na adoção de um modelo contemporâneo mais sustentável de produção industrial. Contribui, portanto, para a conscientização de seus respectivos atores sociais.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/311 ENSINO DE GEOGRAFIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PROPOSTA DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA A PARTIR DA LITERATURA INFANTIL 2022-10-24T14:24:34+00:00 TACITHA BRANDAO tacitha@hotmail.com <p>A percepção das crianças às novas vivências na educação infantil a partir do momento que deixam o ambiente doméstico para se relacionar com pessoas desconhecidas, promove um ambiente de introdução ao conhecimento, motivando a realização desta pesquisa nessa faixa etária. Do ponto de vista metodológico é adotado o formato de Sequência Didática (SD) baseada no princípio dos Três Momentos Pedagógicos (3MP). Por meio de uma SD musical para o Ensino de Geografia na educação infantil, utilizando um livro didático, busca-se que os alunos reconheçam e produzam diferentes sons a partir da vibração de variados objetos, identificando variáveis que influenciam nesse fenômeno, além de mostrar a importância do desenvolvimento das atividades nos anos iniciais. Os dados são coletados por meio de observação, gravações em áudio, fotografias, registros escritos, ilustrações realizadas pelas crianças e pós-teste.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/309 “Fake News não é um erro digital, é uma falha ético-moral” 2022-10-11T15:59:59+00:00 Arthur Freire Simões Pires grohsarthur@gmail.com Soraya Damasio Bertoncello soraya.soraya@gmail.com André Lemos almlemos@gmail.com <p>Entrevista com o professor e pesquisador André Lemos, na qual ele convida a refletir sobre as brechas e as indagações provenientes do <em>status quo</em> da tecnologia e seus impactos sociais na contemporaneidade. Dentre as pautas abordadas se encontram: o capitalismo de dados e vigilância, a precaução às brechas tecnológicas, o erro digital e às questões ético-valorativas imbricadas na relação entre humanos e maquinário.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/308 Perspectivas e desafios da Comunicação na cultura digital 2022-10-06T19:15:21+00:00 Vera Lúcia Follain de Figueiredo verafollain@gmail.com Alexandre Augusto Freire Carauta alexandre.carauta@gmail.com <p>A <strong>Alceu 47</strong> integra-se às iniciativas do Departamento de Comunicação da PUC-Rio para, ao completar 70 anos, discutir os rumos, experimentações e desafios deste campo no contemporâneo hipermidiático. A edição conjuga estudos cujas distintas perspectivas teóricas ampliam e aprofundam o debate quanto à comunicação do futuro – no jornalismo, na publicidade, no audiovisual: seus caminhos narrativos; suas implicações socioculturais, políticas, econômicas em meio à cibercultura e à lógica do algorítmico; seus entrelaces com a memória coletiva e o tempo histórico; suas competências multidisciplinares, instadas a resguardar compromissos sociais, éticos, humanitários num ecossistema midiático híbrido, rizomático, hipertextual.</p> 2022-10-10T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 ALCEU http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/307 Reflexões sobre a esfera pública habermasiana 2022-09-26T23:51:04+00:00 Camila Lima Pontes de Mello camilalpm@gmail.com Leonardo Luiz de Souza Rezio leonardorezio@ufg.br Magno Luiz Medeiros da Silva magno@ufg.br <p>O presente artigo tem como objetivo compreender o conceito de Habermas sobre esfera pública, desde a obra Mudança estrutural da esfera pública, publicada pela primeira vez em 1962, até seus textos mais recentes, com vistas a estabelecer correlações com novos temas, em especial com a comunicação política e a relevância do debate público para a democracia. Ao final, o artigo traça reflexões teóricas sobre uma nova esfera pública materializada em ambientes digitais, onde vemos surgir atitudes e comportamentos não democráticos, colocando em perigo a própria integridade da esfera pública.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/306 Reflexões sobre a esfera pública habermasiana 2022-09-26T23:30:30+00:00 Camila Lima Pontes de Mello camilalpm@gmail.com <p>O presente artigo tem como objetivo compreender o conceito de Habermas sobre esfera pública, desde a obra Mudança estrutural da esfera pública, publicada pela primeira vez em 1962, até seus textos mais recentes, com vistas a estabelecer correlações com novos temas, em especial com a comunicação política e a relevância do debate público para a democracia. Ao final, o artigo traça reflexões teóricas sobre uma nova esfera pública materializada em ambientes digitais, onde vemos surgir atitudes e comportamentos não democráticos, colocando em perigo a própria integridade da esfera pública.</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/304 Comunicação Digital Acessível: 2022-09-19T13:02:28+00:00 Carmen Silvia Porto Brunialti Justo carmensilviajusto@gmail.com Luzia Sigoli Fernandes luziasigoli@gmail.com <p>O desenvolvimento tecnológico, a partir de meados do século XX, promoveu o surgimento de diferentes áreas, como é o caso dos estudos sobre ciência computacional e Inteligência Artificial (IA), os estudos em ciência, tecnologia e sociedade (CTS) e, na comunicação digital. Essas áreas, ampliaram o escopo da comunicação e da informação. Assim, este estudo teórico tem como objetivo refletir sobre a Comunicação Digital Acessível como campo científico, conforme proposição teórica de Pierre Bourdieu (1983), tendo como recorte histórico os primórdios da cibercultura e cultura digital, a evolução das tecnologias digitais e os desafios da comunicação digital na contemporaneidade.&nbsp; A pesquisa é bibliográfica e documental e busca fortalecer esta temática, especificamente no que se refere a acessibilidade digital. Ao final, propomos uma reflexão sobre a importância do tema, corroborando com algumas estratégias para a construção desse campo científico, tendo como recorte espaço temporal a acessibilidade digital para Pessoas com Deficiência (PCD).</p> Copyright (c) http://revistaalceu.com.puc-rio.br/index.php/alceu/article/view/301 Racionalismo iluminista e ethos jornalístico 2022-08-27T20:37:16+00:00 Fábio Palácio de Azevedo fabiopalacio@uol.com.br Patrícia Rakel de Castro Sena rakeldecastro@gmail.com Cristiano Leonardo Capovilla Luz capovillacristiano@gmail.com <p>Este trabalho apresenta as formas como a ética iluminista influenciou a constituição do <em>ethos</em> jornalístico. Traçou-se, pois, um quadro da filosofia moral do Iluminismo a partir dos trabalhos de Immanuel Kant, destacando sua obra <em>Fundamentação da Metafísica dos Costumes</em>. Em segundo momento, mostrou-se como Jürgen Habermas desenvolveu a formulação kantiana, superando seus limites ao propor um paradigma fundado no agir comunicativo. Em seguida acessaram-se os modos pelos quais o racionalismo iluminista contribuiu para a conformação do moderno <em>ethos</em> da imprensa. À guisa de conclusão, pontuamos o contexto dos debates contemporâneos sobre a ética jornalística e alinhavamos observações sobre a importância dessas elaborações éticas no momento em que a imprensa sofre com o vilipêndio das tendências relativistas da chamada <em>pós-verdade</em>.</p> Copyright (c)