Relendo a Gazeta do Rio de Janeiro

Ao primeiro jornal do Brasil, o que lhe é de direito

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.46391/ALCEU.v22.ed46.2022.65

Palabras clave:

Gazeta do Rio de Janeiro, Historia de la comunicación, Análisis del discurso

Resumen

El periódico Gazeta do Rio de Janeiro, el primero producido regularmente en Brasil, fue uno de los objetos historiográficos más maltratados por la historiografía de la comunicación en el siglo XX. Leído a través de los ojos del debate político, fue reducido a un propagador irrelevante de la vida y los valores de la monarquía portuguesa, de poca relevancia y poco interés. Estas miradas tocaron el objeto desde el exterior, a juzgar por factores externos, como su enlace con el rey. Periódico monárquico, fue leído por los ojos de la República. Rescatado por la historiografía actual, fue releído por su papel en sí mismo, no por el papel que el presente esperaba, cronocéntricamente, para que él juegue. Con un enfoque en la materialidad discursiva y desentranãdo sus condiciones reales de existencia y funcionamiento comunicativo, este artículo mira dentro, sin juzgar, tratando de comprender a Gazeta y su innegable relevancia en su tiempo, incluso por la durabilidad y el tipo de periosdismo que generó en Brasil.

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Biografía del autor/a

Mário Messagi Jr, Univesidade Federal do Paraná

Jornalista. Fez graduação em Comunicação e mestrado em Letras/Linguística na Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde é professor nos cursos de Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda desde 1997. Ministra as disciplinas de Teoria da Comunicação, História da Comunicação, Economia Política da Comunicação e Teoria e Ética Jornalística. Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), é autor de dois livros: Teorias da Comunicação: aplicações contemporâneas (2018) e Outros Junhos Virão (2019) e diversos artigos em periódicos.

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Publicado

2022-05-18

Cómo citar

Messagi Jr, M. (2022). Relendo a Gazeta do Rio de Janeiro: Ao primeiro jornal do Brasil, o que lhe é de direito. ALCEU, 22(46), 164–189. https://doi.org/10.46391/ALCEU.v22.ed46.2022.65